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CRPMT obtém recursos para publicação de orientativo sobre práticas no Sistema Penitenciário

CRPMT obtém recursos para publicação de orientativo sobre práticas no Sistema Penitenciário

05 de Outubro de 2021 CRPMT 18

O Conselho Regional de Psicologia e Mato Grosso (CRPMT) obteve junto ao Conselho Federal de Psicologia (CFP) a liberação de recursos para a publicação de material orientativo neste ano de 2021. O financiamento, disponibilizado a todos os entes que fazem parte do Sistema Conselhos, visa a difusão à categoria de trabalhos e informações que atendam à Psicologia no desenvolvimento do seu protagonismo social diante da sociedade.

O aporte financeiro no orçamento da Conta Revista (Divulgação) para realização do projeto dos CRPs e do CFP é limitado a uma publicação por ano para cada ente, não cumulativa, no valor de até R$ 20 mil por ano. No caso do CRPMT, a proposta apresentada foi de edição do “Orientativo de práticas das psicólogas e psicólogos do sistema penitenciário de mato grosso interfaces com a saúde e a justiça", cuja primeira edição data de 2018.

O material é fruto de uma ampla discussão sobre a prática das(os) psicólogas(os) atuantes no Sistema Penitenciário Brasileiro, com base nas práticas desenvolvidas em Mato Grosso. Para possibilitar a pesquisa e discussão, serviram de referência as diversas narrativas e reflexões construídas pelas(os) profissionais a partir da criação de um Grupo de Trabalho específico.

O Orientativo traz informações importantes sobre a contextualização do Sistema Penitenciário no estado de Mato Grosso; a distribuição das(os) psicólogas(os); fundamentos legais sobre a Psicologia no Sistema Prisional; práticas da Psicóloga na interface com a Justiça e de Assistência à Saúde Integral das Pessoas Privadas de Liberdade; projetos de ressocialização; além das contribuições da Psicologia na Escola Penitenciária e na Fundação Nova Chance (FUNAC).

O parecer pela aprovação foi comunicado no dia 30 de setembro. Foram levadas em consideração a relevância da proposta para a Psicologia como ciência e profissão, pertinência e coerência da temática abordada, consistência teórica, metodologia adequada aos padrões convencionais, valorização da prática psicológica, inserção qualificada da psicóloga e do psicólogo nas diversas políticas públicas.