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CRP divulga material publicado sobre atuação dos psicólogos em penitenciárias

CRP divulga material publicado sobre atuação dos psicólogos em penitenciárias

15 de Fevereiro de 2019 CRPMT 18

Trabalhar no Sistema Penitenciário é lidar com questões e abordagens variadas,
porque muitos são os motivos, as razões e principalmente, as causas que levaram os
indivíduos para esta circunstância. Em razão da atuação das psicólogas e psicólogos
nas penitenciárias do estado, o Conselho Regional de Psicologia de Mato Grosso
(CRP 18-MT), por meio do grupo de trabalho da Comissão de Psicologia Jurídica,
publicou um material para orientar o trabalho desses profissionais.

O material intitulado como “Orientativo de práticas das Psicólogas e Psicólogos do
Sistema Penitenciário de Mato Grosso: Interfaces com a Saúde e a Justiça” foi
publicado no final de 2018 e é fruto de um intenso estudo realizado durante dois anos
pelo Grupo de Trabalho de Psicólogos do Sistema Penitenciário, sob a supervisão da
psicóloga Olga Santana, conselheira do CRP e coordenadora da Comissão Jurídica.
O principal objetivo deste material é servir de orientação para as psicólogas e
psicólogos acerca da metodologia de trabalho desenvolvido nas penitenciárias, além
de oportunizar uma discussão sobre a atuação desses profissionais, e proporcionar
visibilidade da categoria que atua nesse ambiente complexo.

Para além deste objetivo, o material será uma referência para gestores, equipe técnica
de saúde do sistema prisional, servidores das unidades e para outras entidades e
serviços públicos que atuam no sistema prisional, como a Justiça, o Ministério Público,
a Defensoria Pública, Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), Centros
de Referências Especializados de Assistência Social (CREAS), e também para
familiares das pessoas privadas de liberdade.

“Esse é um referencial riquíssimo em dados e informações para quem deseja
conhecer um pouco mais acerca da atuação dos psicólogos no sistema penitenciário
da nossa região, das experiências exitosas, das dificuldades encontradas e dos
desafios de se fazer psicologia no ambiente cárcere”, explica a coordenadora Olga.


O documento foi disponibilizado em PDF e clique aqui para acessar

Fonte: Pau e Prosa Comunicação