CFP abre consulta pública para elaboração de referência técnica sobre atuação profissional nos espaços de controle social

CFP abre consulta pública para elaboração de referência técnica sobre atuação profissional nos espaços de controle social

CRPMT 18

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) iniciou, nesta segunda-feira (11/8), consulta pública para que psicólogas e psicólogos de todo o país contribuam na construção da futura Referência Técnica para Atuação Profissional nos Espaços de Controle Social das Políticas Públicas. A participação estará aberta até 14 de setembro de 2025.

A elaboração do documento está sendo conduzida no âmbito do Centro de Referências Técnicas em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP) e tem como objetivo consolidar diretrizes e orientações para a prática profissional nesses espaços. A minuta apresentada ressalta o papel estratégico da Psicologia na promoção de representatividade, participação social e atuação crítica, dialogando com os desafios contemporâneos do controle social.

Segundo o conselheiro federal Roberto Chateaubriand Domingues, coordenador da redação da minuta, o processo busca fortalecer o caráter democrático e participativo da construção do documento. “Esta é uma das etapas que antecedem o lançamento da referência técnica e tem como objetivo escutar a categoria para aprimorar o texto, tornando-o mais representativo das diversas realidades de atuação profissional”, afirmou.

Além de Domingues, a equipe responsável pela minuta conta com a colaboração de Alessandra dos Santos Pereira, Cristiane Bens Pegoraro, Josimar Corvalã dos Santos, Luanda do Carmo Queiroga, Mailson Santos Pereira, Natani Evlin Lima Dias e Valber Luiz Farias Sampaio, especialistas no tema.

Como participar
Para enviar contribuições, a(o) profissional deve:

  1. Acessar a versão preliminar do texto no site do CFP.
     

  2. Preencher o formulário eletrônico, apresentando sugestões para cada eixo da referência técnica.
     

Encerrada a consulta pública, todas as contribuições serão analisadas pela comissão de especialistas, que elaborará a versão final do documento para publicação.

A iniciativa reforça os princípios fundamentais previstos no Código de Ética Profissional da Psicologia, especialmente o compromisso com a responsabilidade social, a participação democrática e a promoção dos direitos humanos.